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Governador de RO diz que pediu para Ministério da Saúde enviar mais vacina contra a Covid-19 ao Estado

04/02/2021 04/02/2021 07:20 212 visualizações
Em entrevista ao Jornal de Rondônia 1ª edição, Marcos Rocha afirmou que hoje o estado precisaria de ao menos dez médicos para dar um 'respiro' na saúde pública

O governador Marcos Rocha (Sem Partido) afirmou nesta quarta-feira (3) que pediu para o Ministério da Saúde enviar mais vacinas a Rondônia contra a Covid-19.

"Eu conversei ontem por cerca de 40 minutos com o ministro Pazuello e eu pedi para ele por mais vacinas, em razão do que está acontecendo aqui na nossa região, e proximidade com o Amazonas. Ele [ministro] deu ok e afirmou que vai encaminhar uma remessar maior para Rondônia [assim que novas doses chegarem ao país em fevereiro]", contou em entrevista ao Jornal de Rondônia 1ª Edição.

Perguntado se o estado compraria alguma vacina, além das doses que serão enviadas pelo Ministério da Saúde, o governador Marcos Rocha disse não descartar essa possibilidade.

"Há possibilidade sim [de aquisição por fora], desde que aprovada pelo governo federal, pelo Ministério da Saúde. Tem se trabalhado aí também para que as empresas possam adquirir a vacina e vacinar em seus funcionários. São ações, é tudo muito novo e a gente tem que trabalhar de passo a passo", ressaltou.

Até a noite de terça-feira (2), 18.595 pessoas tinham sido vacinadas contra Covid-19 em Rondônia, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde. Deste total, 15.682 são profissionais de saúde, 354 idosos institucionalizados vacinados, e 2.559 indígenas.

Leitos e médicos

Na entrevista, Marcos Rocha falou sobre a vinda de médicos ao estado para ajudar no reforço da pandemia e, segundo ele, dois dos profissionais enviados pelo governo federal não estão cobrando salário para atender pacientes. "Eles vieram por causa humanitária, para ajudar", diz.

Mesmo com a chegada de médicos, o governador afirma ser necessário mais efetivo na saúde, pois há dez leitos para funcionar.

"Nós temos mais dez leitos para funcionar. Inicialmente a gente tem que pensar o seguinte: nossos profissionais de saúde estão se desdobrando, e os médicos são poucos e precisamos de um número maior. Infelizmente não conseguimos e nossos médicos estão se desdobrando. Vamos dizer que cheguem aí mais dez médicos, né? A gente consegue fazer funcionar os outros leitos e poder dar folga maior para os médicos que estão atuando quase diurnamente na linha de frente. Se nós tivéssemos dez novos médicos para atender, seria o ideal nesse momento", explicou.

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